Meu medo de te experimentar e viver com tudo dando certo
Receio de você me encontrar e aquecer meu coração inquieto
A idéia de ser livre me afaga eu temo dependência
Seus braços me aprisionam fácil com tanta paciência
Me rendo aos defeitos de todos
Pare: divido existência
Meu medo de ter com quem contar e viver com tudo dando certo
Receio de você me encontrar e aquecer meu coração inquieto
A idéia de ser livre errada confunde a minha cabeça
Seus braços me aprisionam calmo com tanta eficiência
Me rendo aos efeitos mais circulares
Divirto-me depressa
Deixou
A idéia de ser livre errada separa toda gente
Seus braços me aprisionam
Lá se a gente vê descência
Me rendo aos defeitos de todos os bares
Divirto-me depressa
(Medo de Dar Certo, Violins)
sábado, 20 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
O mal do mundo.
O mal do mundo é que os sábios vivem cheios de dúvidas e os imbecis cheios de certezas.
(Bertrand Russell)
(Bertrand Russell)
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Plagiando...
Ninguém desvendará o Mistério.
Nunca saberemos o que se oculta por trás das aparências.
As nossas moradas são provisórias, menos aquela última.
Não vamos falar, toma o teu vinho.
O mundo gira, distraído dos cálculos dos sábios.
Renuncia à vaidade de contar os astros
e lembra-te: vais morrer, não sonharás mais,
e os vermes da terra cuidarão da tua carcaça.
Bebe o teu vinho. Vais dormir muito tempo
debaixo da terra, sem amigos, sem mulheres.
Confio-te um grande segredo:
As tulipas murchas não reflorescem mais.
Homem ingênuo, pensas que és sábio
e estás sufocado entre os dois infinitos
do passado e do futuro. Não podes sair.
Bebe, e esquece a tua impotência.
(Rubaiyat, Omar Khayyam)
Nunca saberemos o que se oculta por trás das aparências.
As nossas moradas são provisórias, menos aquela última.
Não vamos falar, toma o teu vinho.
O mundo gira, distraído dos cálculos dos sábios.
Renuncia à vaidade de contar os astros
e lembra-te: vais morrer, não sonharás mais,
e os vermes da terra cuidarão da tua carcaça.
Bebe o teu vinho. Vais dormir muito tempo
debaixo da terra, sem amigos, sem mulheres.
Confio-te um grande segredo:
As tulipas murchas não reflorescem mais.
Homem ingênuo, pensas que és sábio
e estás sufocado entre os dois infinitos
do passado e do futuro. Não podes sair.
Bebe, e esquece a tua impotência.
(Rubaiyat, Omar Khayyam)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Das definições.
— Que é otimismo? – Indagou Cacambo.
— É a mania de sustentar que tudo está bem quando tudo está mal – suspirou, Cândido.
(Cândido ou o otimismo, Voltaire)
— É a mania de sustentar que tudo está bem quando tudo está mal – suspirou, Cândido.
(Cândido ou o otimismo, Voltaire)
terça-feira, 21 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
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